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Tribos indígenas isoladas não poderão receber missões, decide Barroso

Tribos indígenas isoladas não poderão receber missões, decide Barroso

Barroso proíbe missionários de pregarem a tribos indígenas isoladas.

Missionários brasileiros junto aos índios estão proibidos pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, de iniciarem novas ações evangelísticas e humanitárias junto a tribos indígenas isoladas.

A decisão de Barroso atende a um pedido do Partido dos Trabalhadores (PT), que ingressou no STF com uma Arguição de de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) junto com o grupo Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB).

Para o ministro, o cenário de pandemia impõe mais uma restrição da liberdade religiosa no país: “Defiro parcialmente a cautelar para explicitar o impedimento de ingressos de missões religiosas em terras indígenas de povos isolados, com base em seu direito à vida e à saúde, conforme decisão já proferida na ADPF 709”, afirmou Barroso em sua decisão.

A proibição não atinge os missionários que já atuavam junto a tribos indígenas antes da pandemia: “A urgência manifestada pelos requerentes, em sede cautelar, tem estrita relação com o risco de contágio e, nesse sentido, parece se relacionar mais imediatamente com o ingresso de novas missões religiosas, e não com a sua permanência, uma vez que, se elas já se encontravam em tais áreas, já tiveram contato com indígenas e o dano que poderia ter ocorrido, ao que tudo indica, não se consumou”.

Na imprensa, a decisão de Barroso foi interpretada como uma maneira de prejudicar o presidente Jair Bolsonaro e um dos principais grupos de apoio ao mandatário, o segmento evangélico.

O jornalista Matheus Leitão, filho da comentarista política Miriam Leitão, definiu em sua coluna no site da revista Veja a decisão de Barroso como “um forte revés para Bolsonaro”, explicitando a ótica dos veículos de imprensa da grande mídia sobre os assuntos constitucionais.

“Isso também é uma derrota para a bancada evangélica e suas missões, base de apoio do atual governo, que insistem em avançar sobre esses territórios com o intuito de evangelizar os indígenas, como se eles não pudessem ter a tradição religiosa deles”, acrescentou Matheus Leitão, mais uma vez evidenciando seu preconceito contra os evangélicos.

As missões evangélicas junto a tribos indígenas não visam uma “colonização” e imposição de fé aos indivíduos, mas o compartilhamento da mensagem do Evangelho, cumprindo a grande comissão, além dos trabalhos humanitários, com oferta de atendimento médico e dentário, dentre outras áreas.

Na imprensa, a decisão de Barroso foi interpretada como uma maneira de prejudicar o presidente Jair Bolsonaro e um dos principais grupos de apoio ao mandatário, o segmento evangélico.

O jornalista Matheus Leitão, filho da comentarista política Miriam Leitão, definiu em sua coluna no site da revista Veja a decisão de Barroso como “um forte revés para Bolsonaro”, explicitando a ótica dos veículos de imprensa da grande mídia sobre os assuntos constitucionais.

“Isso também é uma derrota para a bancada evangélica e suas missões, base de apoio do atual governo, que insistem em avançar sobre esses territórios com o intuito de evangelizar os indígenas, como se eles não pudessem ter a tradição religiosa deles”, acrescentou Matheus Leitão, mais uma vez evidenciando seu preconceito contra os evangélicos.

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